Bem, carnaval se aproxima. Odeio. Evitar é impossível, então a gente suporta. Mas de qualquer forma, os dias de folga valem a pena o sacrifício...
Hoje veio uma esposa de um paciente no ambulatório pedir uma documentação para entrar para o cadastro da farmácia do estado... É incrível como o Estado é uma mãe para essa gente. Aliás, e como tem gente precisando dessa "mãe".
O que fiz então? A proposta da paciente era de deixar os formulários para que eu preenchesse e ela procurasse o serviço outra hora para busca-los.. No entanto, daonde que eu iria tomar a responsabilidade de um formulário daquela importância para essas pessoas, sendo que provavelmente se eu deixasse ao encargo de qualquer outra pessoa, mesmo preenchido, o mesmo se estraviaria? Então tomei uma atitude mais drástica e perdi 5 minutos de meu almoço para fazer tal burocracia. Surpreendente como a classe médica perde tempo com burocracias... É preencher pedidos de tomografia com CPF, RG, CID, codigo interno, codigo externo, tres estrelinhas, dois pulinhos e uma voltinha e dois quartos... Caso não tiver tudinho, não autorizam. Isso sem falar em procedimentos menos rotineiros, por mais baratinhos que sejam, se tem nome difícil ou não se faz muito, já dizem que não é necessário... Cintilografia, por exemplo, em alguns casos é mais barata que RM, mas preferem que façam a RM. Affe, vai entender...
Aí mais tarde me ataca o filho de uma paciente que estava internada no andar, no patio do hospital, quando ia eu em direção ao meu almoço, e me atrasa ainda mais 5 minutos pedindo desesperadamente para conversar comigo sobre a situação da mãe dele. Ao menos fiz duas pessoas felizes hoje. Me orgulho disso! Se todos nós fizéssemos pelo menos duas pessoas felizes todos os dias, o mundo inteiro no mínimo seria duas vezes mais feliz.
Agora quanto a mim... Estou numa inércia meio desgostosa. Ah.. Todo mundo longe, nao ando com muita vontade de fazer festas. Ando meio ansioso, enojado. Creio que é esse tempo feio -- chuva, nublado, frio. Quero sol, quero piscina, quero a academia do meu predio pronta pra eu voltar a malhar... =/
Podia bem secar esse tempo para eu poder ir correr na redenção. Sexta vai ser heavy duty, vou entrar aqui as 8 da manhã e sair as 8 da manhã de sábado. Quero só ver... E hoje nem sair posso pois tenho Round sexta pela manhã... affe... Vida de acadêmico de medicina não é fácil, agora a de Doutorando é toda quebrada.
To pensando ainda como irei fantasiado na festa do Beco sábado. Não sei nem com quem vou, mas se é open bar, nunca estamos sozinhos huahaua... E fantasia estepe já tenho: cirurgião. Roubar roupa do bloco é muito luxo. ;D
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Another day, another night, another year...
Bom, cá estou novamente, escrevendo abobrinhas para ninguém ler. Afinal, a idéia de fazer um blog não é para que os outros leiam. Ao contrário. É para que ninguém leia. Ao menos para mim... Nunca aspirarei por ser um blogueiro, desses de carteirinha. Eu escrevo aqui quando me dá na telha, e minha quota ideal seria 1x/mês e ponto. Mas acontece que minha vida anda cheia de coisas interessantes acontecendo, interessantes e intrigantes.. E preciso desabafar em algum lugar hehe. Não gosto de ficar contando minha vida particular para ninguém, mas o que importa acima de tudo é a reflexão e as conclusões que tiramos sobre tudo. Isso eu compartilho, pois sei que isso vale a pena ser passado adiante.
Enfim, o que me pergunto então? Será uma pessoa digna de nossa confiança? Será que, após pequenas mentiras, ou melhor, omissões, uma pessoa X em que depositamos afeto e carinho -- que aparentemente nada significou, a ponto de ter feito comentários sórdidos a respeito disso e de outros pontos para uma pessoa Y -- mereceria a minha confiança? Mereceria a oportunidade de tentar iniciar uma relação? Mereceria que eu abrisse meu coração novamente (como já esteve aberto outrora) e me permitisse machucar, me arrepender e tentar amar? Nunca fui de dar segundas chances, mas... Sabe quando você não quer simplesmente se arrepender de não fazer as coisas? Mesmo que dê aquele gostinho de fazer os outros se arrependerem, coisa que tanto fiz nessa vida...
Tinha escrito abaixo uma historinha interessante, meio novelística, totalmente melodramática e inacreditavelmente real. No entanto achei melhor apaga-la, pois talvez os personagens fossem identificáveis e a idéia deste blog não é sair por aí contando a novela de minha vida. Não gosto de telenovelas, imaginem então de novelas na vida real... Mas quem sabe, when everything burned and buried is, to the surface all the truth will raise...
Só espero o seguinte. Como funcionam as coisas para mim? Sou uma pessoa simplista e descomplicada. Só não gosto de dividir ninguém. Então se é comigo o negócio, é comigo e ponto. Se não é comigo, nem perde teu tempo porque eu não vou perder o meu... Quando amo, amo com todo meu coração; amar com meio é coisa para fracos. E me orgulho de fazer as coisas direitinho! Faz parte da minha personalidade não ser do tipinho "promiscuous boy", e por mais que eu tente, não consigo. Confessei, pronto!!! E não vou pagar o preço de uma vidinha assim pelos outros... não mesmo! Minha vida pode ser boa, mas acreditem que não conquistei o que tenho de graça não... Foi bem difícil e custou muito caro não só para mim como para as pessoas que mais significam para mim nesse mundo. Não esqueço também que após cortar uma pessoa muito importante de minha vida por essa razão (se envolver com gente promíscua), vou ser coerente e seguir cortando outras que façam o mesmo, por mais que eu sofra e chore e me desiluda com isso. É para o meu bem, e para o delas.
Só para terminar, vou falar um pouco sobre coerência. Creio que é algo que falta na maior parte das pessoas.. Me impressionei com algo que aconteceu agora no início do ano, e realmente... Por mais que você ache que conheça alguém, às vezes você se engana. E coerência é um de meus melhores ideais, sendo seguido pela incapacidade de mentir, logo incompatível com ideais de mesma pauta ambíguos ou adversos. Então me vi envolvido com alguém por tanto tempo e me surpreendo com uma incoerência fenomenal. E o melhor de tudo é a carinha de pau de vir falar coisas para mim que outrora, caso não soubesse do que aconteceu, acreditaria e teríamos o nosso "happy ending". Claro, faltou iniciativa da outra parte, claro, faltou da minha parte, mas e daí? Depois que soube de tais fatos, sinceramente... "Beeem feito!" (by Thais) Mas não, claro que não... O que acontece aqui, fica aqui... E é o que aconteceu... E eu não dei bola, e essa pessoa partiu como eu falei que partiria. Bon voyage! Agora em outro âmbito, temos essa outra pessoa que falou, falou, falou, mas fez, fez, fez... Puxa, mas que coisa! Quem diria que ao mesmo tempo em que se foge de alguém, se tem tempo de se envolver tanto com essa pessoa... Em todos aspectos. Ingenuidade minha? Nunca! ;) Agradeço por estar em um status quo neutríssimo, praticamente atingindo Nirvana...
Talvez falte para meu círculo de relacionamentos um pouco mais de coerência, e também um pouco mais de "saber dizer não". Se você não sabe dizer não para os outros, é porque você não sabe dizer não para você mesmo. Eu digo não toda hora, e me preservo assim. Me orgulho disso, e me sinto bem com isso. Estarei vivendo um ano completamente fatalista, e aceitarei as coisas da forma como acontecerem. Contudo, toda ação gera uma reação. E o fatalismo se estende naturalmente ao meu introspecto e não abrirei mão nunca disso. Minha autopreservação em primeiro lugar! Na situação atual, eu vou esperar para saber o que acontecerá... Estamos em uma conjetura duvidosa, mesmo que me sinta bem no momento e que anseie por um desfecho positivo. Mas aguardemos.
Enfim, o que me pergunto então? Será uma pessoa digna de nossa confiança? Será que, após pequenas mentiras, ou melhor, omissões, uma pessoa X em que depositamos afeto e carinho -- que aparentemente nada significou, a ponto de ter feito comentários sórdidos a respeito disso e de outros pontos para uma pessoa Y -- mereceria a minha confiança? Mereceria a oportunidade de tentar iniciar uma relação? Mereceria que eu abrisse meu coração novamente (como já esteve aberto outrora) e me permitisse machucar, me arrepender e tentar amar? Nunca fui de dar segundas chances, mas... Sabe quando você não quer simplesmente se arrepender de não fazer as coisas? Mesmo que dê aquele gostinho de fazer os outros se arrependerem, coisa que tanto fiz nessa vida...
Tinha escrito abaixo uma historinha interessante, meio novelística, totalmente melodramática e inacreditavelmente real. No entanto achei melhor apaga-la, pois talvez os personagens fossem identificáveis e a idéia deste blog não é sair por aí contando a novela de minha vida. Não gosto de telenovelas, imaginem então de novelas na vida real... Mas quem sabe, when everything burned and buried is, to the surface all the truth will raise...
Só espero o seguinte. Como funcionam as coisas para mim? Sou uma pessoa simplista e descomplicada. Só não gosto de dividir ninguém. Então se é comigo o negócio, é comigo e ponto. Se não é comigo, nem perde teu tempo porque eu não vou perder o meu... Quando amo, amo com todo meu coração; amar com meio é coisa para fracos. E me orgulho de fazer as coisas direitinho! Faz parte da minha personalidade não ser do tipinho "promiscuous boy", e por mais que eu tente, não consigo. Confessei, pronto!!! E não vou pagar o preço de uma vidinha assim pelos outros... não mesmo! Minha vida pode ser boa, mas acreditem que não conquistei o que tenho de graça não... Foi bem difícil e custou muito caro não só para mim como para as pessoas que mais significam para mim nesse mundo. Não esqueço também que após cortar uma pessoa muito importante de minha vida por essa razão (se envolver com gente promíscua), vou ser coerente e seguir cortando outras que façam o mesmo, por mais que eu sofra e chore e me desiluda com isso. É para o meu bem, e para o delas.
Só para terminar, vou falar um pouco sobre coerência. Creio que é algo que falta na maior parte das pessoas.. Me impressionei com algo que aconteceu agora no início do ano, e realmente... Por mais que você ache que conheça alguém, às vezes você se engana. E coerência é um de meus melhores ideais, sendo seguido pela incapacidade de mentir, logo incompatível com ideais de mesma pauta ambíguos ou adversos. Então me vi envolvido com alguém por tanto tempo e me surpreendo com uma incoerência fenomenal. E o melhor de tudo é a carinha de pau de vir falar coisas para mim que outrora, caso não soubesse do que aconteceu, acreditaria e teríamos o nosso "happy ending". Claro, faltou iniciativa da outra parte, claro, faltou da minha parte, mas e daí? Depois que soube de tais fatos, sinceramente... "Beeem feito!" (by Thais) Mas não, claro que não... O que acontece aqui, fica aqui... E é o que aconteceu... E eu não dei bola, e essa pessoa partiu como eu falei que partiria. Bon voyage! Agora em outro âmbito, temos essa outra pessoa que falou, falou, falou, mas fez, fez, fez... Puxa, mas que coisa! Quem diria que ao mesmo tempo em que se foge de alguém, se tem tempo de se envolver tanto com essa pessoa... Em todos aspectos. Ingenuidade minha? Nunca! ;) Agradeço por estar em um status quo neutríssimo, praticamente atingindo Nirvana...
Talvez falte para meu círculo de relacionamentos um pouco mais de coerência, e também um pouco mais de "saber dizer não". Se você não sabe dizer não para os outros, é porque você não sabe dizer não para você mesmo. Eu digo não toda hora, e me preservo assim. Me orgulho disso, e me sinto bem com isso. Estarei vivendo um ano completamente fatalista, e aceitarei as coisas da forma como acontecerem. Contudo, toda ação gera uma reação. E o fatalismo se estende naturalmente ao meu introspecto e não abrirei mão nunca disso. Minha autopreservação em primeiro lugar! Na situação atual, eu vou esperar para saber o que acontecerá... Estamos em uma conjetura duvidosa, mesmo que me sinta bem no momento e que anseie por um desfecho positivo. Mas aguardemos.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Cada um tem o que merece...
Enfim, de volta ao mês 1. Todo ano é assim, certo? Pode ser pra ti, não pra mim...
Sim, esse ano eu sofri. Tive meu coração partido. Achei um novo amor. Perdi esse novo amor. Recuperei um antigo. Achava eu. Mas fazer o que? Somos os mestres apenas de nossa vida, nosso corpo, nossa mente e nosso coração. A vida alheia é um antro de mistérios. E é isso mesmo que cria o interesse pelo próximo.
Outra situação que me confrontei foi a de me contradizer. Sim, eu fui uma pessoa contraditória em 2007. Não entendo porque, sempre fui muito esclarecido e minimalista, odeio rodeios, não suporto dissimulações... Jurei uma vez nunca voltar atrás, nunca permitir "flashbacks", nunca me permitir correr o risco de me machucar. Acho que resolvi correr riscos, deixando para lá essa minha mania de querer manter meu coração num ninho quentinho e protegido. Me machuquei, foram feridas profundas, ainda sangram de vez em quando. Mas não repetirei: comecei 2008 NÃO me permitindo isso, e vou dizer: fiquei sabendo de coisas que me levaram a rir sobre isso, e carbonizar aquele arrependimento que esteve ali por algum tempo. Mas cá entre nós: valeu a pena.
Isso porque aprendi tantas coisas... Aprendi que não devo me precipitar; nunca aparentamos o que realmente sentimos, acima de tudo quando não devemos nada para a outra parte. Aprendi que não devo confiar em ninguém; se você acha que se vive de um amor em uma vida, e que nele para sempre poderá confiar, está muito enganado. Aprendi que não se pode esperar por alguém a vida toda; ou melhor, não se deve esperar nem um segundo -- se alguém te quer, você saberá no mesmo instante sem sombra de dúvidas. Aprendi que as pessoas podem amar e ter medo de amar; eu tive, e pessoas ao meu redor tiveram, e continuam tendo. Só me pergunto porquê? Aprendi que por mais que eu queira muito algo, não posso contar só com a minha parte -- a iniciativa do próximo é essencial; isso justifica muitas de minhas atitudes nesse ano, sendo que não fui palhaço de ficar achando que algo iria acontecer, por iniciativa alheia. Se você me quer, venha pegar. Se eu te quiser, te pego também. Não sou fazido, sou objetivo -- e não sou palhaço de passar vontade (Rafa, vc é o mestre haha). Cansei de ser idiota e levar fora desnecessariamente.
Quanto a deixar de ser idiota, resolvi colocar a cabeça no lugar e pensar em meu futuro e minha saúde em primeiro lugar em 2008. Mudei meus hábitos, deixei alguns maus, adquiri alguns bons. Creio que todos já perceberam o resultado: sou uma pessoa mais estável, mais alegre e mais sensata. Estou com uma aparência mais saudável, mais em forma e mais bonito -- eu me sinto, e é o que importa. Todos deveriam mudar a alimentação, largar a televisão e fazer mais exercícios físicos. Deveriam deixar a internet para um 2o plano, ler menos emails, ver menos orkut, desligar o celular de vez em quando. Ao menos para mim, em apenas 6 meses, o resultado foi: menos stress e mais satisfação consigo mesmo.
2007 foi um ano cheio de surpresas. Algumas boas, outras nem tanto. Queria que minha vida tivesse sido sempre assim: uma surpresa. E não é uma simples surpresa -- foram surpresas muito complexas. Me levaram a rir, a chorar, a pensar, a refletir, a amar, a detestar. Me tornaram uma pessoa muito melhor. Me fizeram mais humano.
Quanto a ser mais humano, temos momentos em que duvidamos de nossos próprios sentimentos. E o mais engraçado é que, duvidamos e duvidamos, mas eles estão ali, esperando para aparecerem. Basta um bom motivo. E o mais inusitado é que esse "bom motivo" quase sempre é dor, ciume, sensação de coração partido.
Desejo um 2008 com sinceridade e com a cabeça no lugar para todos. Amor, paz, saude, felicidade, realizações, etc etc etc -- pacote básico. Pense bem antes de fazer as coisas. Somos o resultado de nossas próprias ações. Por isso, como disse em 2007, e comprovei: CADA UM TEM O QUE MERECE. Você terá o que merece, goste ou não. Se você vier me dizer que não foi justo, que nao merecia, vou rir da tua cara e mandar você largar esse complexo de vítima (isso um amigo meu falou que iria fazer, e vou cobrar dele). E que assim seja para mim também.
Sim, esse ano eu sofri. Tive meu coração partido. Achei um novo amor. Perdi esse novo amor. Recuperei um antigo. Achava eu. Mas fazer o que? Somos os mestres apenas de nossa vida, nosso corpo, nossa mente e nosso coração. A vida alheia é um antro de mistérios. E é isso mesmo que cria o interesse pelo próximo.
Outra situação que me confrontei foi a de me contradizer. Sim, eu fui uma pessoa contraditória em 2007. Não entendo porque, sempre fui muito esclarecido e minimalista, odeio rodeios, não suporto dissimulações... Jurei uma vez nunca voltar atrás, nunca permitir "flashbacks", nunca me permitir correr o risco de me machucar. Acho que resolvi correr riscos, deixando para lá essa minha mania de querer manter meu coração num ninho quentinho e protegido. Me machuquei, foram feridas profundas, ainda sangram de vez em quando. Mas não repetirei: comecei 2008 NÃO me permitindo isso, e vou dizer: fiquei sabendo de coisas que me levaram a rir sobre isso, e carbonizar aquele arrependimento que esteve ali por algum tempo. Mas cá entre nós: valeu a pena.
Isso porque aprendi tantas coisas... Aprendi que não devo me precipitar; nunca aparentamos o que realmente sentimos, acima de tudo quando não devemos nada para a outra parte. Aprendi que não devo confiar em ninguém; se você acha que se vive de um amor em uma vida, e que nele para sempre poderá confiar, está muito enganado. Aprendi que não se pode esperar por alguém a vida toda; ou melhor, não se deve esperar nem um segundo -- se alguém te quer, você saberá no mesmo instante sem sombra de dúvidas. Aprendi que as pessoas podem amar e ter medo de amar; eu tive, e pessoas ao meu redor tiveram, e continuam tendo. Só me pergunto porquê? Aprendi que por mais que eu queira muito algo, não posso contar só com a minha parte -- a iniciativa do próximo é essencial; isso justifica muitas de minhas atitudes nesse ano, sendo que não fui palhaço de ficar achando que algo iria acontecer, por iniciativa alheia. Se você me quer, venha pegar. Se eu te quiser, te pego também. Não sou fazido, sou objetivo -- e não sou palhaço de passar vontade (Rafa, vc é o mestre haha). Cansei de ser idiota e levar fora desnecessariamente.
Quanto a deixar de ser idiota, resolvi colocar a cabeça no lugar e pensar em meu futuro e minha saúde em primeiro lugar em 2008. Mudei meus hábitos, deixei alguns maus, adquiri alguns bons. Creio que todos já perceberam o resultado: sou uma pessoa mais estável, mais alegre e mais sensata. Estou com uma aparência mais saudável, mais em forma e mais bonito -- eu me sinto, e é o que importa. Todos deveriam mudar a alimentação, largar a televisão e fazer mais exercícios físicos. Deveriam deixar a internet para um 2o plano, ler menos emails, ver menos orkut, desligar o celular de vez em quando. Ao menos para mim, em apenas 6 meses, o resultado foi: menos stress e mais satisfação consigo mesmo.
2007 foi um ano cheio de surpresas. Algumas boas, outras nem tanto. Queria que minha vida tivesse sido sempre assim: uma surpresa. E não é uma simples surpresa -- foram surpresas muito complexas. Me levaram a rir, a chorar, a pensar, a refletir, a amar, a detestar. Me tornaram uma pessoa muito melhor. Me fizeram mais humano.
Quanto a ser mais humano, temos momentos em que duvidamos de nossos próprios sentimentos. E o mais engraçado é que, duvidamos e duvidamos, mas eles estão ali, esperando para aparecerem. Basta um bom motivo. E o mais inusitado é que esse "bom motivo" quase sempre é dor, ciume, sensação de coração partido.
Desejo um 2008 com sinceridade e com a cabeça no lugar para todos. Amor, paz, saude, felicidade, realizações, etc etc etc -- pacote básico. Pense bem antes de fazer as coisas. Somos o resultado de nossas próprias ações. Por isso, como disse em 2007, e comprovei: CADA UM TEM O QUE MERECE. Você terá o que merece, goste ou não. Se você vier me dizer que não foi justo, que nao merecia, vou rir da tua cara e mandar você largar esse complexo de vítima (isso um amigo meu falou que iria fazer, e vou cobrar dele). E que assim seja para mim também.
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